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Title: Influência da propaganda e do estado emocional sobre o comportamento alimentar
Authors: Céspedes, Isabel Cristina [UNIFESP]
Silva, Laryssa Beatriz de Melo [UNIFESP]
http://lattes.cnpq.br/2147132053367428
http://lattes.cnpq.br/5014274675948150
Keywords: comportamento alimenta
propaganda
consumo de alimentos
Issue Date: 12-Dec-2018
Publisher: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Citation: SILVA, Laryssa Beatriz de Melo. Influência da propaganda e do estado emocional sobre o comportamento alimentar. 2018. 12 p. Trabalho de conclusão de curso (Graduação - Nutrição) -- Instituto Saúde e Sociedade, Universidade Federal de São Paulo, Santos, 2018.
Abstract: O comportamento alimentar pode sofrer influências diversas, como as condições sociais, biológicas, demográficas e culturais. Os Transtornos Alimentares são distúrbios que apresentam etiologia multifatorial, podendo ser classificados em três tipos mais frequentes, como: Anorexia Nervosa, Bulimia Nervosa e Transtorno de Compulsão Alimentar Periódica. A mídia tem sido apontada como um veículo que estabelece concepções nutricionais e padrão de consumo, tornando o público vulnerável a adotar aquilo que é valorizado pela mesma, sendo necessária investigação sobre esta influência exercida. Este estudo teve por objetivo relacionar os elementos de percepção individual utilizados em propagandas e o estado emocional dos indivíduos com o seu comportamento alimentar. Fizeram parte do estudo 30 universitários do campus Baixada Santista da UNIFESP, com idade entre 18 a 30 anos. Foram utilizados quatro instrumentos ao todo, sendo o Questionário de Frequência Alimentar (QFA) para avaliação do consumo habitual dos indivíduos, o Inventário de Beck para Depressão (Beck Depression Inventory – BDI) para avaliação de traços de depressão; o Inventário de Ansiedade Traço-Estado (IDATE) para análise da ansiedade e o ZMET (Zaltman Metaphor Elicitation Technique) para conhecimento dos pensamentos dos indivíduos. Com este trabalho, pudemos concluir que em uma população jovem, universitária, predominantemente feminina, mostrou que seu comportamento alimentar é influenciado por seu estado de ansiedade, pelas redes sociais, pela mídia em geral e pela família em menor escala. O grupo denominado de alto consumo para alimentos ultraprocessados ou palatáveis esteve mais relacionado ao alto traço de ansiedade como parte integrante de seu estado emocional e com maior frequência de diagnóstico de ansiedade patológica. Este grupo não esteve mais associado a depressão em relação ao grupo denominado de baixo consumo de alimentos ultraprocessados.
URI: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/49778
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