A fitoterapia praticada por profissionais de saúde participantes do curso "Plantas Medicinais e Fitoterapia" realizado pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo (2014/2015)

Mostrar registro simples

dc.contributor.advisor Carlini, Elisaldo [UNIFESP]
dc.contributor.author Haraguchi, Linete Maria Menzenga [UNIFESP]
dc.coverage.spatial São Paulo pt_BR
dc.date.accessioned 2018-11-27T11:02:22Z
dc.date.available 2018-11-27T11:02:22Z
dc.date.issued 2018-06-25
dc.identifier.citation HARAGUCHI, Linete Maria Menzenga. A fitoterapia praticada por profissionais de saúde participantes do curso "Plantas Medicinais e Fitoterapia" realizado pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo (2014/2015). 113f. 2018. Dissertação (Mestrado em Ciências) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2018. pt_BR
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/49141
dc.description.abstract Introdução: após a aprovação da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares e da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos em 2006, foi iniciado o “Curso Plantas Medicinais” e posteriormente ampliado para “Curso Plantas Medicinais e Fitoterapia” pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo, que visava capacitar e sensibilizar profissionais de saúde da Atenção Básica e áreas afins da cidade de São Paulo. Objetivo: avaliar a contribuição deste curso na prescrição e na prática fitoterápica pelos profissionais de saúde, participantes nas edições ocorridas em 2014 e 2015 e verificar seu impacto na mudança de comportamento após a capacitação. Métodos: quantitativo (fase I) com envio de questionário via e-mail para profissionais de saúde egressos do curso, divididos em sete categorias: biomédicos, cirurgiões-dentistas, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, médicos e nutricionistas; e qualitativo (fase II) com entrevistas semiestruturadas, presenciais e individuais visando obter informações detalhadas da prática fitoterápica. Resultados: de 165 questionários, 114 foram respondidos (69,1%). O curso impactou positivamente na aceitação e na aplicação da fitoterapia pelos profissionais de saúde com um aumento significativo (p<0,001) na ampliação de atividades relacionadas à fitoterapia (rodas de “chás”, “hortas medicinais” e capacitação); na aplicação dos produtos à base de plantas como a camomila (Matricaria chamomilla), espinheira-santa (Maytenus ilicifolia), valeriana (Valeriana officinalis); nas formas de uso (infuso/decocto, cápsula e comprimido); nas indicações terapêuticas (gastrite/dispepsia, calmante/ansiolítica), bem como no uso pessoal. Em relação aos aspectos negativos, o curso não impactou positivamente quanto à notificação de reações adversas. Conclusões: o estudo confirmou a importância da inclusão dos cursos de Plantas Medicinais e Fitoterapia na graduação e na pós-graduação, bem como da capacitação técnica e educação permanente para profissionais de saúde do SUS. O impacto positivo na quase totalidade dos aspectos avaliados, como o aumento do conhecimento e prescrição de fitoterápicos, confirma a importância de tais cursos, promovendo assim a efetiva implantação e consolidação da Fitoterapia no âmbito do Sistema Público de Saúde pt
dc.description.abstract Introduction: Following the introduction in 2006 of The National Policy on Integrative and Complementary Practices, and The National Policy on Medicinal Plants and Herbal Medicines, The Medicinal Plants Course was started and later expanded to The Medicinal Plants and Herbal Medicines Course by The Municipal Secretariat for the Environment of The Prefecture of São Paulo with the aim of training and developing awareness among health professionals of The Primary Health Care and related professionals from São Paulo City. Objective: To evaluate the effect of this abovementioned course on the prescribing and Phytotherapy practice by health professionals who attended the course in 2014 and in 2015 and assess its impact on their behaviors after the qualification offered by the course. Methods: Quantitative (Phase I), with a questionnaire being emailed to health professionals who graduated from the course, divided into seven categories: biomedical, dentists, nurses, pharmacists, physiotherapists, doctors and nutritionists. Qualitative (Phase II), with semi-structured, face-to-face individual interviews to obtain detailed information on Phytotherapy practices. Results: Out of 165 questionnaires, 114 responses were received (69.1%). The course had a positive impact on the acceptance and application of Phytotherapy by health professionals with a significant increase (p<0.001) in the expansion of activities related to Phytotherapy (herbal tea meetings, medicinal gardens and capacity building); in the use of herbal products, such as chamomile (Matricaria chamomilla), espinheira-santa (Maytenus ilicifolia), valerian (Valeriana officinalis); in the forms of use (infusion/decoction, capsule and tablets); therapeutic indications (gastritis/dyspepsia, calmative/anxiolytic); and also personal use. In respect of negative aspects, the course did not positively affect the reporting of adverse reactions. Conclusions: The study ratified the importance of the inclusion of Medicinal Plants and Herbal Medicines Courses as part of undergraduate and postgraduate, as well as the technical training and life-long education for SUS health professionals. The positive impact found out in almost all evaluated aspects, such as the increase in the knowledge and in the prescription of herbal medicines, confirms the importance of such courses in promoting the effective adoption and consolidation of Phytotherapy within the Public Health System en
dc.format.extent 113 f. pt_BR
dc.language por pt_BR
dc.publisher Universidade Federal de São Paulo pt_BR
dc.rights Acesso aberto pt_BR
dc.subject Fitoterápicos pt_BR
dc.subject Plantas medicinais pt_BR
dc.subject Educação em saúde pt_BR
dc.subject Atenção Básica à Saúde pt_BR
dc.subject Sistema Único de Saúde (Brasil) pt_BR
dc.subject Herbal Medicines en_US
dc.subject Medicinal plants en_US
dc.subject Health education en_US
dc.subject Primary Health Care en_US
dc.subject Health System (Brazil) en_US
dc.title A fitoterapia praticada por profissionais de saúde participantes do curso "Plantas Medicinais e Fitoterapia" realizado pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo (2014/2015) pt_BR
dc.title.alternative The Phytotherapy Practice of Health Professional Participants in the Course "Medicinal Plants and Herbal Medicines" Organized by the São Paulo Municipal Secretariat for the Environment (2014/2015) en
dc.type Dissertação de mestrado pt_BR
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
unifesp.campus São Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM) pt_BR
unifesp.graduateProgram Saúde Coletiva - EPM pt_BR
dc.contributor.authorLattes http://lattes.cnpq.br/8480173013147067 pt_BR
dc.contributor.advisorLattes http://lattes.cnpq.br/5948335656347039 pt_BR
dc.description.resumo Introdução: após a aprovação da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares e da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos em 2006, foi iniciado o “Curso Plantas Medicinais” e posteriormente ampliado para “Curso Plantas Medicinais e Fitoterapia” pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo, que visava capacitar e sensibilizar profissionais de saúde da Atenção Básica e áreas afins da cidade de São Paulo. Objetivo: avaliar a contribuição deste curso na prescrição e na prática fitoterápica pelos profissionais de saúde, participantes nas edições ocorridas em 2014 e 2015 e verificar seu impacto na mudança de comportamento após a capacitação. Métodos: quantitativo (fase I) com envio de questionário via e-mail para profissionais de saúde egressos do curso, divididos em sete categorias: biomédicos, cirurgiões-dentistas, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, médicos e nutricionistas; e qualitativo (fase II) com entrevistas semiestruturadas, presenciais e individuais visando obter informações detalhadas da prática fitoterápica. Resultados: de 165 questionários, 114 foram respondidos (69,1%). O curso impactou positivamente na aceitação e na aplicação da fitoterapia pelos profissionais de saúde com um aumento significativo (p<0,001) na ampliação de atividades relacionadas à fitoterapia (rodas de “chás”, “hortas medicinais” e capacitação); na aplicação dos produtos à base de plantas como a camomila (Matricaria chamomilla), espinheira-santa (Maytenus ilicifolia), valeriana (Valeriana officinalis); nas formas de uso (infuso/decocto, cápsula e comprimido); nas indicações terapêuticas (gastrite/dispepsia, calmante/ansiolítica), bem como no uso pessoal. Em relação aos aspectos negativos, o curso não impactou positivamente quanto à notificação de reações adversas. Conclusões: o estudo confirmou a importância da inclusão dos cursos de Plantas Medicinais e Fitoterapia na graduação e na pós-graduação, bem como da capacitação técnica e educação permanente para profissionais de saúde do SUS. O impacto positivo na quase totalidade dos aspectos avaliados, como o aumento do conhecimento e prescrição de fitoterápicos, confirma a importância de tais cursos, promovendo assim a efetiva implantação e consolidação da Fitoterapia no âmbito do Sistema Público de Saúde. pt_BR
dc.description.resumo Introduction: Following the introduction in 2006 of The National Policy on Integrative and Complementary Practices, and The National Policy on Medicinal Plants and Herbal Medicines, The Medicinal Plants Course was started and later expanded to The Medicinal Plants and Herbal Medicines Course by The Municipal Secretariat for the Environment of The Prefecture of São Paulo with the aim of training and developing awareness among health professionals of The Primary Health Care and related professionals from São Paulo City. Objective: To evaluate the effect of this above-mentioned course on the prescribing and Phytotherapy practice by health professionals who attended the course in 2014 and in 2015 and assess its impact on their behaviors after the qualification offered by the course. Methods: Quantitative (Phase I), with a questionnaire being emailed to health professionals who graduated from the course, divided into seven categories: biomedical, dentists, nurses, pharmacists, physiotherapists, doctors and nutritionists. Qualitative (Phase II), with semi-structured, face-to-face individual interviews to obtain detailed information on Phytotherapy practices. Results: Out of 165 questionnaires, 114 responses were received (69.1%). The course had a positive impact on the acceptance and application of Phytotherapy by health professionals with a significant increase (p<0.001) in the expansion of activities related to Phytotherapy (herbal tea meetings, medicinal gardens and capacity building); in the use of herbal products, such as chamomile (Matricaria chamomilla), espinheira-santa (Maytenus ilicifolia), valerian (Valeriana officinalis); in the forms of use (infusion/decoction, capsule and tablets); therapeutic indications (gastritis/dyspepsia, calmative/anxiolytic); and also personal use. In respect of negative aspects, the course did not positively affect the reporting of adverse reactions. Conclusions: The study ratified the importance of the inclusion of Medicinal Plants and Herbal Medicines Courses as part of undergraduate and postgraduate, as well as the technical training and life-long education for SUS health professionals. The positive impact found out in almost all evaluated aspects, such as the increase in the knowledge and in the prescription of herbal medicines, confirms the importance of such courses in promoting the effective adoption and consolidation of Phytotherapy within the Public Health System. en_US



Arquivos deste item

Nome: Linete_Haraguchi_Mestrado_Saúde_Coletiva_2018.pdf
Tamanho: 7.019Mb
Formato: PDF
Descrição:
Visualizar/Abrir

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(s)

Mostrar registro simples