A aspartil aminopeptidase APE4 contribui para os atributos de virulência em Cryptococcus neoformans

A aspartil aminopeptidase APE4 contribui para os atributos de virulência em Cryptococcus neoformans

Author Gontijo, Fabiano de Assis Autor UNIFESP Google Scholar
Advisor Vallim, Marcelo Afonso Autor UNIFESP Google Scholar
Institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Graduate program Biologia Química
Abstract Cryptococcus neoformans is an opportunistic pathogenic fungus of human beings that infects mainly immunocompromised patients. When left untreated can lead to death and due to similarities between fungal cells and animals, antifungal compounds available to treat mycoses are limited and usually result in toxicity to the host. Still, literature brings reports of clinical and environmental strains with antifungal resistance of canonical usage. This limitation takes investigators to extend the knowledge on the biology of pathogenic fungi in search of new therapeutic targets and drugs. Therefore, Dr. Marcelo A. Vallim generated a mutant library by random inserting a cassette that confers resistance to neomycin that was mediated by Agrobacterium tumefaciens that aim was to identify mutants unable to grow on mammalian physiological temperature (37°C). This mutant library was described by de Gontijo et al. (2014). Among the various mutants sensitive to 37°C, we identified one with the interruption in the APE4 gene that encodes the protein aspartyl aminopeptidase. In Saccharomyces cerevisiae, the metalloproteinase family M18 Ape4 is activated by nitrogen deprivation. This protein is involved in Autophagy, and also part of the pathway of transport cytoplasm to vacuole targeting (CVT) along with proteins, Atg11 and Ams1 Ape1, Atg19. The lack of Ape4 protein in S. cerevisiae does not prevent growth to high temperature, however, in C. neoformans the ape4 mutant does not grow at 37°C, produces less melanin and features lower capsular volume at 30°C and 37°C. The ape4 strain features increased sensitivity to antifungal fluconazole and lower survival within macrophages (p<0.05) when compared with wild strains (KN99) and reconstituted (ape4 + APE4), yet, the ape4 mutants are avirulent in animal model. The experiments with fusion protein GFP

Cryptococcus neoformans é um fungo patogênico oportunista de seres humanos que infecta principalmente, pacientes imunocomprometidos. Quando não tratada, pode levar à morte e devido às semelhanças entre células fúngicas e animais, os compostos antifúngicos disponíveis para tratar micoses são limitados e, geralmente, resultam em toxicidade para o hospedeiro. Ainda, a literatura traz relatos de linhagens clínicas e ambientais com resistência aos antifúngicos de uso canônico. Essa limitação leva investigadores a ampliar o conhecimento sobre a biologia de fungos patogênicos em busca de novos alvos terapêuticos e fármacos. Nesse sentido, o Doutor Marcelo A. Vallim gerou uma biblioteca de mutantes com inserção aleatória de um cassete que confere resistência à neomicina mediada por Agrobacterium tumefaciens com o objetivo de identicar mutantes incapazes de crescer na temperatura fisiológica dos mamíferos (37°C). Esta biblioteca foi descrita no trabalho de Gontijo et al. (2014). Entre os vários mutantes sensíveis à temperatura de 37°C, foi identificado um com a interrupção do gene APE4 que codifica a proteína aspartil aminopeptidase. Em Saccharomyces cerevisiae, a metaloprotease da família M18 Ape4 é ativada pela privação de nitrogênio. Esta proteína está envolvida na autofagia, e também faz parte da Via de transporte do citoplasma para o vacúolo (CVT) junto com as proteínas Ams1, Ape1, Atg11 e Atg19. A falta da proteína Ape4 em S. cerevisiae não impede o crescimento à alta temperatura, entretanto, em C. neoformans, o mutante ape4 não cresce a 37°C, produz menos melanina e apresenta menor volume capsular a 30°C e 37°C. A linhagem ape4 apresenta maior sensibilidade ao antifúngico fluconazol e menor sobrevivência no interior de macrófagos (p<0,05), quando comparada com as linhagens selvagem (KN99) e reconstituída (ape4+APE4), ainda, os mutantes ape4 são avirulentos em modelo animal. Os experimentos com a proteína de fusão GFP
Keywords Aspartyl aminopeptidase
APE4
Growth at 37°c
Cryptococcus neoformans
Virulence
Aspartil aminopeptidase
APE4
Crescimento a 37°c
Cryptococcus neoformans
Virulência
Language Portuguese
Date 2016-05-31
Published in GONTIJO, Fabiano de Assis. A aspartil aminopeptidase ape4 contribui para os atributos de virulência em cryptococcus neoformans. 2016. 109 f. Dissertação (Mestrado) - Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Diadema, 2016.
Research area Biologia Química em Modelos Celulares
Knowledge area Biologia Química
Publisher Universidade Federal de São Paulo
Extent 109 p.
Origin https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3625600
Access rights Closed access
Type Dissertation
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/46263

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Name: Dissertação - Fabiano de Assis Gontijo.pdf
Size: 3.693Mb
Format: PDF
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